luita radical contra a violência patriarcal
28th Agosto 2010

Em Lugo, Montserrat Labrada Campos de 43 anos é a segunda mulher assasinada na Galiza no 2010, a primeira foi E.D.A. de 36 anos na Corunha.
Com este novo assasinato atopamo-nos com a face mais cruel da violência de género e lembra-nos ao feminismo na Galiza a necesidade de estar activas pois aínda nos queda muito por fazer.
Despois de anos de luita feminista conseguimos que se aprovaram leis específicas que reconhecem a violência de género como um problema social que tem a sua origem nas normas estabelecidas na cultura patriarcal.
Para nós as violaçons e agresssons sexuais, os malos tratos físicos e psíquicos, o controlo sobre a nossa sexualidade, a discriminaçom salarial, a feminizaçom da pobreça, a falta de reparto equitativo nas tarefas domésticas, a negaçom do nosso direito a decidir livremente sobre a nossa saúde reproductiva, as dificuldades “extra” para a participaçom social e a vida pública, a continuidade das exigências de rol e a escasa atençom efectiva que todo isto provoca nas instituçons; todas som manifestaçons da sociedade patriarcal.
Na Galiza estamos a assistir a un desmantelamento das redes públicas que ajudavam na luita pola igualdade, isto constitue sem dúvida umha agressom aos direitos básicos.
Luitemos contra a violência de género porque por cada mulher que é vítima da violência machista, toda a sociedade esta a dar um passo atrás na luita polos mais elementais direitos democráticos.
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